Como funciona o aquecimento global

Junho 20, 2007

O Preço da Liberdade

Junho 20, 2007

Antonella Zara

                                                    www.antonellazara.com

 

Durante a minha infância eu me lembro de ter passado longos momentos contemplando grades. Intrigava-me vê-las em todos os lugares. Na escola elas separavam as crianças menores daquelas mais velhas, e também graças a elas a maioria dos colégios que freqüentei era isolada do “perigoso” mundo exterior. Elas protegiam as janelas dos apartamentos e das casas de visitas indesejadas, definiam quem era parte deste grupo ou daquela família, delimitavam espaços em geral e demarcavam limites. As grades olhavam para mim, impassíveis e geladas, e diziam: “daqui você não passa”. Quando eu era pequena muitas vezes encostei minha testa em alguma dessas estruturas metálicas, acariciei-as ou agarrei-me a elas com um misto de rancor e tristeza, e olhei languidamente para o espaço proibido entre elas. Por isso também creio que bem cedo comecei a sonhar com aquela liberdade que está além de nossos confinamentos humanos.

Tudo tem um preço. Textos sobre a cabala afirmam que nosso mundo é a manifestação visível de um imenso e invisível mercado espiritual (ou energético) no qual energias sutis são constantemente deslocadas. Qualquer pequena troca de energia tem um “preço”. Já os budistas falam de carma que nada mais é do que outra tentativa humana de descrever este “mercado”, ou esta imensa rede energética na qual tudo é, ao mesmo tempo, uma causa que gera um efeito, e um efeito que gera outra causa. Este princípio pode ser aplicado a qualquer coisa que fizermos a nós mesmos, a um objeto inanimado ou a outro ser vivo, seja esta nossa ação uma troca de olhares, emoções, idéias, afagos, palavras, moedas, ou abraços. Qualquer mínimo movimento de energia gerada e alimentada por nós tem sua importância, deixa uma marca virtual, cria um elo energético que reverbera de alguma forma, simples ou intricada, no mercado espiritual e posteriormente volta a se manifestar naquilo que percebemos com nossos sentidos e chamamos de nossa realidade.

Para quem observa e admite a veracidade disso, passa a ficar mais plausível a idéia que tudo aquilo que nos acontece de certa maneira é co-criado por nós. A interconexão com o universo que nos rodeia é a conclusão óbvia da observação da realidade. Por diversas razões, passíveis de discussão, esta verdade orgânica foi esquecida, mas ela já era conhecida muito antes dos tempos modernos por aquelas culturas que hoje designamos como sendo “primitivas”. No entanto, a urgência de proteger o nosso planeta, a nossa e outras espécies de nossa “moderna” e estreita visão do mundo, faz com que atualmente tenhamos que reavaliar nossos conceitos e nossas certezas. Ou seja, a conscientização desta inevitável interligação que temos uns com os outros e todos com tudo aquilo que existe e acontece é o próximo e inadiável passo que a humanidade tem que fazer para que um futuro seja possível.

 Mas talvez a causa de resistirmos tanto a assimilar este conhecimento ancestral venha de um medo profundamente enraizado em nossa psique. Temos um constante pavor de mudar. Receamos perder algo de essencial, ainda que não saibamos exatamente o que é. Mas na verdade é muito simples. Tememos perder uma liberdade que nem sabemos se temos. Todos os seres humanos, sem exceção, desejam ser livres. Entretanto, o que é esta liberdade com a qual tanto sonhamos? Podemos ir até o final do mundo, descobrir outros planetas, viver em uma ilha deserta, ganhar na loteria, encontrar um príncipe encantado, nos divorciar de um sapo, não importa o que façamos ou queiramos, nunca chegamos realmente a conhecer esta tal de liberdade. A realidade nua e crua é que somos prisioneiros. Não podemos nos esquivar da imensidão da vida dentro e fora de nós, não podemos negar esta vastidão repleta de tudo, de encantos e desencantos, belezas e aberrações, milagres e atrocidades, prazeres inolvidáveis e dores abomináveis. Tudo aquilo que existe faz parte de nós. Podemos nos afugentar em alguma perda de memória, nos isolar em um eremitério longínquo, repudiar as sociedades com atos de rebeldia ou transgressão, mas por mais que demos voltas sempre acabamos tendo que nos confrontar com a vida e o mundo, dentro e fora de nós. Não há saída.

Alguns mantêm preparada no bolso aquela última e poderosa cartada da morte. Acreditam que não importa aquilo que fazem, nem a sórdida prisão na qual se encontram, nem o tamanho dos muros que os ameaçam, pois basta uma decisão, basta um pedaço de giz imaginário para traçar uma janela no meio da realidade e pular para a morte, aquela que eles supõem ser a última das “liberdades”. Talvez eles tenham razão, mas ninguém nunca voltou para nos confirmar isso.

Pelo sim, pelo não, e embora todas as evidências digam que a liberdade não existe, há muitos que continuam sonhando e acreditando que ela seja uma meta possível e alcançável durante a nossa trajetória humana. Alguns até afirmam que encontraram o melhor caminho para ela. Eles se esquecem que qualquer que seja a escolha de um indivíduo, ela inevitavelmente implica ganhos e perdas de liberdade. São os defensores fervorosos e inflexíveis do capitalismo, comunismo, anarquismo, socialismo, romantismo, catolicismo, islamismo, ateísmo, budismo, e todos outros ismos. A lista das correntes que o pensamento criou para a liberdade é longa e inúmeros são os desvios que elas propõem.

Se refletirmos bem, por trás de tudo aquilo que fazemos há uma esperança inata e quase infantil de ir além: além de nós mesmos, de nossas realidades estreitas, de nossos casamentos, solidões, faltas, excessos, crenças, conceitos e identidades, enfim, além de todas as grades. No fundo, admitamos ou não, de uma forma ou de outra, todos nós sonhamos com a liberdade, seja ela da prosperidade, da abundância, do reconhecimento, da saúde, do amor, da paixão, da beleza, do orgasmo, do êxtase, da iluminação, e assim por diante. A liberdade é o lar da felicidade. Se existem fórmulas para alcançá-la, elas com certeza são individuais e intransferíveis, mas qualquer que seja a receita escolhida, o preço das essências espirituais cuja soma resultará no excepcional perfume da liberdade certamente é o mais elevado que se pode pagar.

Entretanto, quantos estão dispostos a dar tudo aquilo que têm? A experiência da liberdade vai além de todas as possíveis escolhas, de quaisquer opiniões e crenças, mas para chegar a vivenciá-la existem apenas duas opções: tudo ou nada. Uma águia não abre apenas parcialmente as asas quando quer voar. No entanto, muitas pessoas pensam equivocadamente que podem chegar a algum lugar amando, vivendo, voando pela metade. Fazer pela metade é ser pela metade, é se inscrever na esfera relativa, é falar sem dizer nada, é fazer sem agir, é se sentir isolado e fragmentado, é nunca manifestar um sentido maior. É viver na mediocridade, na dimensão dos colóquios pobres de espírito e vazios de significado, é balbuciar eternamente: porém, senão, contudo, portanto…

Ninguém pode avaliar aquilo que estamos escolhendo nem a dimensão de nossa escolha, mas o nosso coração sabe se nossa entrega ao nosso sonho, o único que verdadeiramente alimenta a nossa alma, é total ou parcelada. Ser livre é assentar-se no absoluto que existe em nós além de tudo aquilo que é relativo. É saber-se parte do mundo e abrir-se a ele como sendo uma parte de nós. É entregar-se à vida e confiar nela além de todas as intempéries. Como uma águia levantando vôo. É voar sem quaisquer expectativas e com imensa esperança, com todos os medos e toda a coragem, com fervor e com espanto, com curiosidade e temeridade. Ser livre é aceitar o passo que estamos dando, é reconhecer nele o caminho que nos trouxe até aqui, é abraçar em nós tudo que existe e aquilo que nós já vivenciamos, todos aqueles que conhecemos e os outros, cujas existências ignoramos, todos acontecimentos desejados e indesejados, todas as pessoas, amadas ou não, que cruzaram nossa estrada e nos tornaram quem somos. Por fim, ser livre é afirmar o lugar onde nossos corações estão aqui e agora, neste exato momento.

O preço é investir tudo aquilo que temos e somos. Quanto mais damos, mais recebemos em eflúvios perfumados de pura amplidão. Sentir a liberdade como uma certeza e uma bênção que jorra no fundo mais profundo de nossas entranhas, no âmago de nossas existências, isto é a origem e o sentido de toda a vida. Trata-se do exímio aroma da flor mais sublime cuja semente apenas espera para brotar em nós, daquele amor que nos inebria e alimenta, imortaliza e glorifica, queima e dispersa, aniquila e ressuscita, dissolve e eleva, nos engrandece infinitamente, e por fim nos dá as asas daquela liberdade arrebatadora e magnífica que não tem nem nunca poderá ter um preço.

 

Antonella Zara

                                                    www.antonellazara.com


DEFINIÇÃO DE MEME

Junho 16, 2007

http://brasil.memefest.org/def.htm

Ao longo do tempo, o fenômeno de disseminação de idéias tomou diferentes formas e se adaptou a diferentes panoramas sócio-culturais (em muitos casos chegando até a modificar esses panoramas). Vale dizer que o bom resultado da disseminação de idéias, medido por sua aceitação pelo grande público, nem sempre esteve ligado ao valor intrínseco da idéia em termos de seu valor político, científico ou social. Idéias e valores válidos freqüentemente se perdem, enquanto idéias medíocres ou ainda nocivas são às vezes bem aceitas por muitos.

Idéias não existem no isolamento. Seu poder somente pode se manifestar em relação ao ambiente por onde elas se espalham. O nome do festival é tirado das teorias de Memetismo com início nos anos 70 e assimiladas mais tarde por teóricos culturais como Douglas Rushkoff em seu livro Media Vírus (O Vírus da Mídia). De acordo com a teoria memética, meme é:uma idéia contagiosa que se replica como um vírus, passando de mente para mente. Memes funcionam da mesma maneira que os genes, propagam-se através de redes de comunicação e no contato cara-a-cara entre pessoas”.


Nos anos 70, Richard Dawkins publicou o livro The Selfish Gene (Richard Dawkins,1976) (O Gen Egoísta) tornando popular a nova teoria que se referia à mudança nos padrões culturais.


Baseada na teoria da evolução das espécies de Darwin, a Memética confere propriedades genéticas como a replicação de certos tipos de informação chamadas ‘memes’ . De acordo com Dawkins, as memes são: instruções comportamentais mantidas no cérebro (ou outro portador) que são transmitidas por imitação (Blackmore, 1999, pg. 43). Como a célula que media a Meme a outro portador mantém a sua própria Meme, a transmissão da Meme é de fato sua replicação (Blackmore, 1999, pg.47).

É da natureza da Meme infectar tantas pessoas quanto possível

Teóricos do Memetismo (Dawkins, Blackmore) propõe que as memes são autônomas, já que transitam (e se enraízam) de uma célula a outra. Mas esses mesmos teóricos também permitem a possibilidade de deliberadamente criar e disseminar as Memes.

A qualidade da Meme é determinada pelo processo de sua seleção que participa de cada nível de transmissão. A disseminação de memes pode ser obstruída. Uma Meme em lugar errado, na hora errada, não será capaz de se disseminar porque tem que ser aceita pelas células – seus portadores. Se ocorrer naturalmente ou for criada deliberadamente, uma vez que a Meme infecte um certo número de portadores, se torna autônoma e pode disseminar sua própria força.

Do ponto de vista da teoria Memética, a mídia de massa é no momento a máquina mais sofisticada de disseminação de Memes, já que expõe portadores em potencial a um volume incrível de memes diariamente.

Numa sociedade de informação, batalhas modernas são travadas menos com armas e mais com idéias. Como as Memes podem influenciar comportamento e modificar cultura, elas são as novas armas usadas para estabelecer e destronar ideologias.


Antena_lata-práticas metarecicleiras…

Junho 15, 2007

lata20.jpg

http://www.flickr.com/photos/bailux2006

O bailux esteve reunido na oficina do Renato ontem para construção das antenas_lata.depois de muitos emails trocados na lista da metareciclagem realizamos a primeira de uma série de experiencias na construção das antenas caseiras e costrução de redes wi-fi comunitarias.

www.warchalking.com.br

Como fazer uma cantena (antena de lata)
https://capivara.warchalking.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=43&Itemid=2


praticando metareciclagem

Junho 14, 2007

aqui vc. pode encontrar bastante material sobre oficinas de metareciclagem (elas foram produzidas por alguns membros aqui da comunidade): http://www.casabrasil.gov.br/oficinas/
em especifico, recomendo essas duas:
1. Oficina Criação de Jóias com Peças de Computadores: http://www.casabrasil.gov.br/oficinas/files/OficinaCriacaoJoiasComputadores-ManualOficineiro.pdf

2. Oficina de Metareciclagem

1. Nome da Oficina e do(s) módulo(s)
Oficina MetaReciclagem
Módulos:
1. O que é MetaReciclagem?
2. MetaReciclagem: o movimento e a rede
3. Praticando MetaReciclagem
4. Construindo um esporo de MetaReciclagem
http://www.casabrasil.gov.br/oficinas/files/OficinaMetaReciclagem-ManualOficineiro.pdf

Dicas do Dalton na lista da metareciclagem

: http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec


INVITACION ENCUENTROMAYO 3.0

Junho 13, 2007

Oficina- 14/06/07-15 horas

Junho 13, 2007

aos bailux.
na ultima reunião do bailux foi decidido que na proxima quinta feira 14/06/07-15 horas vamos montar as antenas de lata esta atividade sera realizada na casa do Renato no tel:3575-1837-91113145 no bairro são francisco- que conta com um espaço com feramentas:solda-parafuso

-baterias-latas-cabos e tudo mais para uma gambiarra e etc..o Jurgen esta disponibilizando os Reuters e seguido esta etapa vamos realizar testes das antenas no parque central usando dois lap tops.O grupo tambem decidiu em continuarmos com nossas reuniões normais das quintas feiras as 15 horas na Zona Autonoma bailux na rua santo antonio-140-centro.enquanto decidimos por um espaço própio.
abraços,
Regis


Bailux-pensando_em_rede

Junho 13, 2007

Segue uma conversa na lista da metareciclagem:

pensando em rede…..
reunião do dia 08/06/2007
Pessoal acho importante buscarmos uma estabilidade para o grupo bailux,e entendo que o bailux precisa de um lugar estavél não precisamos fazer isto rapidamente, o bailux começou muito bem aqui na minha casa e podemos continuar aqui até sentirmos o grupo preparado para assumir um espaço comum a todos e que não seja privado onde o grupo possa crescer sem nos preocupar com limitações propietarias,imagina termos um lugar só para o bailux,podemos alugar um espaço para gerar nossos projetos,trocar ideias e informações,podemos fazer as reformas nescessarias e documentar todo processo da montagem de uma espaço para metareciclagem,entrar na energia,lidar com nossos egos e emoções,claro que vai haver brigas mais mesmo assim vai ser muito bom.podemos fazer um plano de como receber outros metarecicleiros para passar uma semana no arraial trocando experiencias de oficinas,claro ,vamos precisar de dinheiro$$$ coversei com algumas pessoas,donas de hoteis,pousadas e elas se mostraram interessadas em conhecer a metareciclagem o grupo budista quer sincronias tbem,onversei com o lama ontem e ele me dise que conhece grupos que juntam budismo e softlivre na europa,podemos gerar oficinas(ideia que a Teia tem sobre sustentabilidade)não precisamos de um grande lugar(filosofia do puxadinho)mais precisamos estabilizar enraizar o bailux aqui no arraial,compartilhar idieia com todos os outros grupos metarecicleiros atraves das listas e presencialmente.Hoje08/06/07 as 15 horas estaremos reunidos para compartilhar uma nova etapa para o bailux.
grande abraço,
Regis

Contribui,cão do Dalton:

o caminho de vocês não deixa, em certo sentido, de ser parecido com nosso caminho por aqui…
gostamos do que fazemos, sentimos alegria em fazer, mas precisamos criar condições de se dedicar a isso e ampliar a mensagem e a forma como suas frequências circulam.
para isso, ao meu entendimento, uma das maneiras que vejo é a construção efetiva de seu próprio caminho de sustentabilidade financeira. achar as brechas sensíveis, seja dentro de governos, seja dentro de empresas, seja em projetos, que sinalizem a possibilidade de construção e implementação de suas idéias, ou ao menos parte significativa delas.
tudo é um processo, nada pode ser 100% da forma como vemos e certamente haverá nessa caminhada em tanto de decepções, adaptações e resignificações de tudo o que você sente, como se posiciona e como implementa.
mas, ao meu ver, só caminha em direção a descoberta de si mesmo quem se lança nos primeiros passos. críticas? sempre haverão muitas.  mas, a trilha é criada por quem abre o caminho… vcs. têm potencial para isso, como qualquer metarecicleiro, seja da lista, seja interior. basta descobrir a sua forma, através de suas próprias experiências…
fico aberto para conversarmos mais a respeito…

abs,
dalton

Resposta de Regis:

Dalton,
Obrigado pelo seu retorno,esta sendo de grande ajuda estas reflexoes aqui na lista,ontem estivemos reunidos  http://www.flickr.com/photos/bailux2006/ e o grupo esta coeso na nescessidade de pensarmos alternativas para as possibilidades de construção e implementação das ideias do esporo bailux,a motivação inicial será colocar em andamento e prática as construções das a ANTENAS LATA,projeto criado plea motivação da Teia em Redes Sociais e pelo conhecimento tecnico do Jurgen que já realizou este projeto em San Francisco-california.Tivemos uma fala produtiva sobre a nescessidade do espaço própio Bailux,achamos que o fortalecimento do grupo no momento é mais importante,e tbem que uma logistica de ações em espaços autonomos pode ser implementada para nosso exercicio de relaconamento em grupo,foi decidido que na proxima semana vamos montar as antenas na casa do Renato que conta com um espaço com feramentas:solda-parafusos

-baterias-latas-cabos e tudo mais para uma gambiarra e etc..seguido esta etapa vamos realizar testes das antenas em um parque aberto aqui no arraial,vamos documentar tudo e socializar aqui na lista.então as Antenas nas palavras do joão ficou como o disparador para ações mais amplas e de contexto social.O grupo tbem esta unido na idieia de COMPARTILHARMOS experiencia na terra do Jurgen com a permacultura,experiencia que João esta iniciando com a BIO-Construçao,a colaboração da lelex com os almoços comunitarias será uma pratica interessante por aqui tbem.Temos no momento boas alianças com o grupo BUDISTA que iniciam a busca de terem um centro do dharma,um passo a mais no que hoje ainda é um espaço privado cedido pela pessoa que trouxe os primeiros Lamas para o Arraial.Enfim estou intuindo  só coisas boas pela frente.

Grande abraço a todos.
Regis


Hello world!

Junho 13, 2007

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